domingo, junho 25, 2006

Uma dúvida que me tem incomodado

Imaginemos que estou sentado no banco de trás de um autocarro, a mover-se em linha recta à velocidade da luz e o velhote sentado ao meu lado peida-se. Ao ver-me obrigado a levantar em direcção a um dos bancos da frente, deparo-me com o seguinte dilema: a velocidade da luz é constante independentemente do movimento do referencial e que nada pode andar a uma velocidade superior à velocidade da luz. Isto quer dizer que forçosamente teria de me manter no meu lugar e levar com o cheiro?

10 comentários:

Adriana disse...

caso seja assim, o que acontece às partículas do gás, ficam quietinhas?

A disse...

depende se tiveres uma janela aberta ou não...

gud_dei disse...

João Magueijo é português e o ano passado lanlou um livro em k defende k a luz tem velocidade variavel....
isto são optimas noticias para quem convive com pessoas espansivas!

A disse...

sim, mas a variabilidade da luz que ele defende é algo gradual ao longo do tempo, não é um efeito que possa ser aplicado de imediato como é necessário no caso do velhote

Mooncry disse...

Deixa as drogas pff!
*

Anónimo disse...

Whatch less tv, please less pc, and vai passear e apanhar ar fresco!Os neurónios começam a entrar em depressão e passado algum tempo, fica-se com diarreia mental! Algo semelhante ao teu estado neste momento...

A disse...

vocês são uns brincalhões, já deviam saber que não consumo drogas nem vejo televisão, se visse tinha muito mais sobre o que falar e não precisava de inventar coisas :p

o karamelo disse...

"please less pc"?

Eu para mim é assim: ele há coisas importantes na vida. E outras que não. Esta questão da velocidade da luz está na secção das que não. Ler os postres alucinados no brainestruming, por outro lado, está nas que sim.

A disse...

como podes ao mesmo tempo negar e afirmar a importância de algo?

para ficares de sobreaviso digo-te que isso é uma coisa bastante parva de se fazer...

o karamelo disse...

A humanidade é incongruente. E eu, naturalmente fazendo parte dela (afinal, ainda sou 73% humano), sigo a tendência como macaquinho de imitação que todos, no fundo, somos.